sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Alguns lançamentos e casos exemplares

1. O FB como meio de marketing: 

2. Um lançamento:


3. Paginar é preciso


4. Bertrand do Saldanha Monumental:


5. O caso Porto Editora: a saga continua


quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Aula 1 (21/9)

Hoje: entradas 1 e 2.

Ponto prévio: porquê ilustrar a teoria com nomes, exemplos e casos concretos?
Cecília Andrade, Francisco José Viegas, Manuel Alberto Valente, Maria do Rosário Pedreira... Não conheciam? Passaram agora a conhecer.

Aula 1 (14/09) – Apresentação do programa. Exercícios. 1.   Um livro é um livro?
1.1. A perspectiva do autor
1.2. A perspectiva do editor
1.3. Outras: livreiro, distribuidor, Estado, media, leitor

Aula 2 (21/09) – 2. A natureza da edição
2.1. Livro, jornal, revista – o que edi-são
2.2. Coerência interna – a regra do jogo
2.3. Uma actividade comercial ou cultural? 




Na próxima semana não há aula (a ser compensada em Janeiro) e na seguinte é feriado. 

Assim, óptima oportunidade para passarem ao TPC seguinte: relatório de lançamento. Esta é, por sorte, a época alta da edição de livros. Todos os dias há lançamentos para todos os gostos. Vá a um e faça um relatório do que viu. 


TPC futuros:
  • sinopse de livro
  • capa de livro
  • contracapa
  • campanha de comunicação e marketing (cara/barata)
  • recomendação para publicação
  • orçamento
  • tiragem
  • revisão de texto
  • edição de texto

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Aula 1 (na verdade zero) - sumário

Bom, hoje (dia 14) não foi bem uma aula. Equivoquei-me com a informação no endereço da faculdade e não me dei conta (erro meu, talvez) do adiamento do início do semestre. Vieram alguns alunos - a Mónia, a Catarina, o Carlos, o Diogo e a Céu - e falámos um pouco, tirando vantagem do facto de sermos poucos. Fiz algumas perguntas: «O que estudou? Por que motivo escolheu este curso? O que quer fazer depois?»
E as respostas foram (como era de esperar) variadas. Uma pessoa já está profissionalmente no mundo profissional da tradução; outra é editora de um site há quinze anos; outra interessa-se por edição crítica e genética do texto; outra tem um percurso de paixão pelo livro infantil; outra não sabe muito bem ao que vem e ao que vai, e também está bem.

A cadeira gostaria de servir o melhor possível a todos, porque cada aluno tem interesses específicos. Infelizmente, isso não pode acontecer como desejaríamos. Por isso, é importante cada aluno definir o seu percurso dentro do programa e procurar aprofundar/encontrar o seu percurso pessoal.

Na verdadeira aula 1 (dia 21) abordaremos os dois primeiros blocos do programa: 1. Um livro é um livro? e 2. A natureza da edição.

Algumas questões avulsas:

  • O que é editar?
  • O que é um editor?
  • O que é um livro?


Exercícios: 

  • Os últimos cinco livros que leu
  • Os seus dez livros favoritos
  • Indique dez livrarias
  • Indique dez editoras


Um sketch que receio sempre seja uma descrição accurate das minhas aulas. Aqui.


terça-feira, 12 de setembro de 2017

PLANO DAS AULAS

Aula 1 (14/09) – Apresentação do programa. Exercícios. 1. Um livro é um livro?
1.1. A perspectiva do autor
1.2. A perspectiva do editor
1.3. Outras: livreiro, distribuidor, Estado, media, leitor

Aula 2 (21/09) – 2. A natureza da edição
2.1. Livro, jornal, revista – o que edi-são
2.2. Coerência interna – a regra do jogo
2.3. Uma actividade comercial ou cultural? 

Aula 3 (28/09) – Adiada: ver aula comp. 1
Aula 4 (05/10) –  Feriado
Aula 5 (12/10) –  3. A casa
3.1. Pequeno grande editor
3.2. Marcar a diferença, conhecer o mercado
3.3. Tradutor, revisor, designer, paginador, marqueteiro
3.4 Ciência, arte, lotaria – racionalidade e irracionalidade

Aula 6 (19/10) – 4. O jogo dos papéis
4.1. O editing – prós e contras
4.2. A edição crítica
4.3. Do filho de Eça de Queirós a Gordon Lish

Aula 7 (26/10) – 5. O Caso da Ameaça Eletrônica
5.1. Do Bubble Gum ao Bubble Blog
5.2. Novos suportes, velhos importes
5.3. Um romance é igual à Enciclopédia Britânica?
5.4. Admirável mundo novo: ibuques, dibuques, amazonas

Aula 8 (02/11) – 6. Da edição amadora à edição profissional
6.1. Autor morto, autor posto
 6.2. O contrato do desenhador
6.3. Onde para o livro?
6.4. Os novos marcadores: grandes grupos, escuteiros, marqueteiros

Aula 9 (09/11) – 7. Os parceiros do livro
7.1. Livrarias, alfarrabistas, hipermercados
7.2. A feira permanente
7.3. Prémios literários, importações, exportações
7.4. O Estado, programas de apoio
7.5. Os órgãos de comunicação
7.6. A morte do artista

Aula 10 (16/11) – 8. Estudos de caso 
8.1. Companhia das Letras: sete pecados capitais
8.2. O editor de actas
8.3. [A preencher quando soubermos o quê]
8.4. A Booktailors - Consultores Editoriais


Aula 11 (23/11) – Masterclass. Com Ricardo Marques, poeta, tradutor, editor pontual, doutorado em Estudos Portugueses, organizador recentemente de uma exposição sobre o Futurismo na Biblioteca Nacional

9. O futuro do livro
9.1. Do livro electrónico
9.2. Do livro em papel
9.3. Os papéis do livro
9.4. Nada Tudo está por inventar

Aula 12 (30/11) – A compensar no início de Janeiro
Aula 13 (07/12) – 10. O que quero ler/editar?
10.1. Artesanato ou indústria?
10.2. Arte ou ciência?
10.3. Sonho lindo ou realidade deprimente?
10.4. Publicando the Great American Novel
10.5. O feiticeiro de Oz

Aula 14  -  Por que motivo os livros deixaram de vir com folhas de caderno fechadas? 
Aula Comp. 1 (04/1) –
Aula Comp. 2 (05/1) (14/12) – Exercício.

Programa

1. Um livro é um livro?
1.1. A perspectiva do autor
1.2. A perspectiva do editor
1.3. Outras: livreiro, distribuidor, Estado, media, leitor

2. A natureza da edição
2.1. Livro, jornal, revista – o que edissão
2.2. Coerência interna – a regra do jogo
2.3. Uma actividade comercial ou cultural? 

3. A casa
3.1. Pequeno grande editor
3.2. Marcar a diferença, conhecer o mercado
3.3. Tradutor, revisor, designer, paginador, marqueteiro
3.4 Ciência, arte, lotaria – racionalidade e irracionalidade

4. O jogo dos papéis
4.1. O editing – prós e contras
4.2. A edição crítica
4.3. Do filho de Eça de Queirós a Gordon Lish

5. O Caso da Ameaça Eletrônica
5.1. Do Bubble Gum ao Bubble Blog
5.2. Novos suportes, velhos importes
5.3. Um romance é igual à Enciclopédia Britânica?
5.4. Admirável mundo novo: ibuques, dibuques, amazonas

6. Da edição amadora à edição profissional
6.1. Autor morto, autor posto
 6.2. O contrato do desenhador
6.3. Onde pára o livro?
6.4. Os novos marcadores: grandes grupos, escuteiros, marqueteiros

7. Os parceiros do livro
7.1. Livrarias, alfarrabistas, hipermercados
7.2. A feira permanente
7.3. Prémios literários, importações, exportações
7.4. O Estado, programas de apoio
7.5. Os órgãos de comunicação
7.6. A morte do artista

8. Estudos de caso 
8.1. Companhia das Letras: sete pecados capitais
8.2. O editor de actas
8.3. [A preencher quando soubermos o quê]
8.4. A Booktailors - Consultores Editoriais

9. O futuro do livro
9.1. Do livro electrónico
9.2. Do livro em papel
9.3. Os papéis do livro
9.4. Nada Tudo está por inventar

10. O que quero ler/editar?
10.1. Artesanato ou indústria?
10.2. Arte ou ciência?
10.3. Sonho lindo ou realidade deprimente?
10.4. Publicando the Great American Novel
10.5. O feiticeiro de Oz

Bibliografia geral
 ● BACELLAR, Laura, Escreva seu livro – Guia prático de edição e publicação, S. Paulo, Mercuryo, 2001
● BAILEY, Herbert S., The Art & Science of Book Publishing, Athens, Ohio U.P., 1990
● BARZUN, Jacques, On Writing, Editing, and Publishing, Chicago, CUP, 1986
● BLASSELLE, Bruno, Histoire du Livre, Paris, Gallimard, 1998
● CALVINO, Italo, Se numa Noite de Inverno um Viajante, Lisboa, Teorema, 2000
● DUCHESNE, A., LEGUAY, Th., Petite Fabrique de Littérature, Paris, Magnard, 1984
● ECO, Umberto, O Pêndulo de Foucault, Lisboa, Difel, 1998
● EPSTEIN, Jason ((2002), Book Business - Publishing Past, Present and Future, Nova Iorque: Norton
● ESCARPIT, Robert, Sociologie de la Littérature, Paris, P.U.F., 1986 [1958]
● COSTA, Sara Figueiredo, Fernando Guedes - O decano dos Editores Portugueses, Lisboa, Booktailors, 2012
● COSTA, Sara Figueiredo, Carlos da Veiga Ferreira - Os Editores não se abatem, Lisboa, Booktailors, 2013
● FURTADO, José Afonso, Os Livros e as Leituras. Novas Ecologias da Informação, Lisboa, Livros e Leituras, 2000 
● FURTADO, José Afonso, A Edição de Livros e a Gestão Estratégica, Lisboa, Booktailors, 2009
● GROSS, Gerald (org.), Editors on Editing – An Inside View of What Editors Really Do, Nova Iorque, Harper & Row, 1985 [1962]
● GUTHRIE, Richard, Publishing - Principles & Practice, Londres, Sage, 2011
● JACKSON, Kevin, Invisible Forms, Nova Iorque, St. Martin’s Press, 2000
● LUCAS, Thierry, Le Guide de l’Auteur et du Petit Editeur, Lyon, AGEC-Juris, 1999
● MORFUACE, Pauline, Les comités de lecture, Ecrire et Éditer 3, Vitry, Publ. Du Calcre, Março 1998
● SAAL, Rollene, (The New York Public Library) Guide to Reading Groups, Nova Iorque, Crown Publ., 1995
●SCHIFFRIN, André, O Negócio dos Livros, Rio de Janeiro, Casa da Palavra, 2006

● Outras fontes a consultar: APEL, UEP, revistas literárias, blogs sobre edição e livros na Internet Tedi09.blogspot.com, Blogtailors…

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Introdução



Teoria da Edição
1º semestre – 2017-2018
Docente: Rui Zink 
Tel. 916919331
zink.rui@gmail.com

Por favor, enviem para o meu os vossos @ndereços, a fim de vos convidar para co-autores do blog.

Todos os anos faço questão de criar um blog novo - em branco - para dar espaço aos participantes na disciplina de Teoria de Edição do mestrado em Edição de Texto.
Será um importante instrumento de trabalho: aqui estarão as principais informações da disciplina. Aqui também serão colocados - por mim e, espero, por vocês - textos, recortes, comentários, informações, enfim, todo um conjunto de coisas que, de algum modo (umas vezes mais evidente, outras nem tanto) se relaciona com o nosso fito: chegarmos ao fim do semestre com uma noção funcional, abrangente, flexível e dinâmica do que seja o universo da edição. 

É fácil encontrar os blogs de anos anteriores, eu próprio vos poderia dar os endereços. Não o aconselho de início, contudo. Talvez não fosse exactamente o mesmo que, a quem comece a ler um policial, revelar quem é o assassino, mas penso que a aprendizagem é mais valiosa através de um processo (uma peregrinação) pessoal e que, sim, «descobrir a pólvora» é importante.


Metodologia
Exposição e debate, seguidos de exercícios em aula ou em casa. Apresentação oral de trabalhos.

Os trabalhos podem ser sobre a) uma entrada do programa, b) a recensão de um livro ou c) uma proposta do aluno que o docente aceite.

Avaliação
Há três modelos de avaliação:
1) Avaliação contínua: participação, assiduidade, exercícios (40%), trabalho final (60%).
2) Trabalho final e teste.
3) Exame.

O modelo recomendado é, naturalmente, o 1.



Fala um profissional do ramo: 
Agora os que me tiram do sério são os pseudo webdesigners, paginadores e afins que não aceitam emendas!!! 
Não só não sabem da arte, como se armam em doutores!
Eu nasci numa tipografia de impressão a chumbo, revi provas em fotocomposição, tive a sorte 
de conhecer o Page Maker desde as origens, depois passei para o QuarkXPress e agora tive de me adaptar ao Adobe InDesign... Mas conheço as manhas a todos eles: sei como tratar o texto e eliminar Dentes de cavalo, viúvas, linhas penduradas e afins. Além disso, sei preparar e rever texto. E não tenho curso nenhum de Artes Gráficas para além da experiência de vida e sempre disposto a continuar a aprender.



Dentes de cavalo, rios, viúvas e órfãos aqui.




Foi engano, o anúncio do exame.

Blog errado. Exame para licenciatura.