quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Edição crítica

"De facto, é mais barato reproduzir infinitamente e também dá menos trabalho. Há quem invoque a questão dos direitos de autor, mas isso é apenas uma má desculpa, porque os direitos de Eça de Queirós estão em domínio público. A editora pode usar edições críticas sem ter de pagar um tostão nem à Imprensa Nacional nem à família de Eça. Se não usa, é por preguiça - porque usar edições críticas obriga a recompor o texto e não apenas a fazer uma reprodução fotomecânica - ou por razões económicas. Isto merece uma reflexão. " Expresso, 21.2.2018 Ler aqui

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