quinta-feira, 7 de junho de 2018

Passar livros

«Sempre gostei de passar livros. (...) Editar é passar livros» (João Rodrigues, editor da Sextante, entrevista a Luís Caetano aqui)

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Vasco Santos, o editor do momento

«Gosto de muitas editoras. Na região procuro as solitárias, pobres e altíssimas. Por exemplo: a Maldoror, o Homem do Saco, a Pianola, a Língua Morta, a Cotovia, a Averno, a Orfeu Negro, a incrível Flop. A UBU e a Mazza (grande amiga) no Brasil. E, claro, a incontornável Relógio D'Água.» (+)

terça-feira, 5 de junho de 2018

Capelinhas

«Sempre que um crítico do Ipsilon publica um livro, o jornal faz como em certas aldeias de Portugal: mata um porco e distribui pedaços do lombo do suplemento aos seus trabalhadores». («Um suplemento pornográfico» por João Pedro George +)

Debate hoje na Feira

20h00
No Pavilhão | Conferência/Debate - LeYa
“Os desafios que hoje se põem aos escritores”: Com João Ricardo Pedro, Nuno Camarneiro, David Machado e Maria do Rosário Pedreira, moderação de Luís Ricardo Duarte (+)

sábado, 2 de junho de 2018

O Negócio dos Livros

Não foi possível comparecer na visita de estudo de hoje à feira mas ontem consegui dar lá um salto e adquiri O Negócio dos Livros, editado pela Letra Livre e com prefácio de Vitor Silva Tavares. Quando há uns tempos enviei um questionário à Letra Livre, pedindo que respondessem no seu papel de livreiros, eles recusaram amavelmente e sugeriram a leitura deste livro para perceber melhor qual o contexto das livrarias independentes no mercado editorial globalizado e concentrado.

sexta-feira, 1 de junho de 2018

TPC

Fazer uma entrada lexical ou uma questão e responder-lhe em forma de verbete. (Não há uma medida certa, mas eu diria que entre meia página a três. 

Sábado 2 e quarta 6

Sábado 2, João Concha inaugura uma exposição da sua obra visual na Galeria Monumental. A partir das 15h.
Eu irei lá pelas 16h. Às 18h, quem quiser pode juntar-se-me na base da Feira do Livro para um passeio pela feira, a ver se há editores com quem falar e a quem fazer perguntas.

Quarta 6, às 18h há uma aula extra para quem quiser e puder ir.
Estarei disponível ao longo do mês para reuniões em grupo ou individuais.

Entrementes, este blog continua - e aqui vou/vamos postando informação relevante.

Sobre a macro-edição: 
é um treino de leitura contra leitura - as nossas leituras anteriores, a nossa experiência como leitores profissionais, a nossa atenção ao desenho do texto, aos padrões, à coerência e harmonia entre as partes.

Para onde vai o texto? O início cansa? O final desaponta? Perde-se a meio? Tem partes repetidas? lê-se bem? Pelas boas (bem escrito) ou pelas más razões (escrita pobre, cheia de clichés)?

Etc.

Sobre a micro-edição: 
Os pormenores fazem a diferença. Muitos buracos na, estrada; complicam - o - percurso. 

A propósito dos agentes literários e editores parceiros e afins:
Os nossos parceiros nem sempre têm os mesmos interesses que nós. O meu filho, que eu amo, quer ir a um concerto e não me apetece deixá-lo. A minha mulher quer ir de férias à Grécia e eu acho muito caro. Etc.
Parceiros fiáveis ambicionam por vezes resultados diferentes, e é natural. Somos amigos, mas num negócio por vezes os nossos amigos são as únicas pessoas a quem podemos enganar.

Só tenho o meu corpo para ler o mundo (entenda-se: a minha cabeça) mas tento distinguir entre a leitura que faço do mundo e a «leitura boa e certa» desse mesmo mundo.
Não posso deitar fora o menino com a água do banho - ou seja, não me posso excluir da avaliação de um livro. Mas posso tentar ser crítico dessa «minha» leitura.
É uma forma de criar distância.



Foi engano, o anúncio do exame.

Blog errado. Exame para licenciatura.