«¿Qué significa entonces ser editor? En principio, entender el juego. Leer y publicar libros tiene su complejidad —¿qué leer? ¿qué publicar?— ya que es necesario, a diferencia quizás del lector, comprender el contexto, el río donde se tira la caña.
(...)
"Hay muchos saberes que no cambian en la era digital: la relación editor-autor, por ejemplo. Se anotan 500 alumnos por año para estudiar Edición en la UBA, ¿sabías? Y no son más de 250 las editoriales activas en Argentina. ¿Adónde van estos alumnos que se van recibiendo? Abren su editorial", explica Vergara, y continúa: "Como en gastronomía, hay atajos, hay secretos, hay saberes que se desconocen. La idea es formar a una generación que esté preparada para este mundo que viene".»
in Olfato, pasión y testarudez: cómo se forma un editor literario
segunda-feira, 30 de abril de 2018
domingo, 29 de abril de 2018
Ozalid e outros termos
Praticamente já não há cópias em ozalid, mas todos os editores têm ainda hoje presente o termo. Basicamente, era a pré-impressão das provas - já como estariam quando os exemplares do livro fossem impressos.
Aqui uma pequena explicação, bem como de outros termos. Na Wikipédia também há uma informação enxuta.
Aqui uma pequena explicação, bem como de outros termos. Na Wikipédia também há uma informação enxuta.
sexta-feira, 27 de abril de 2018
O design de capas (e um triste fenómeno civilizacional: os empregos da treta)
10 Book Designers Discuss the Book Covers They Rejected, And Why
Bullshit Jobs: A Theory by David Graeber
“[The book has] a great title and a simple but fascinating premise: the rise of useless, meaningless jobs and an argument against them. I wanted the cover to show how someone might occupy themselves at a bullshit job. Better yet, how might a creative person fill the day at a job that doesn’t allow self-expression. Having some experience with this, the design solutions were intuitive.
Bullshit Jobs: A Theory by David Graeber
“[The book has] a great title and a simple but fascinating premise: the rise of useless, meaningless jobs and an argument against them. I wanted the cover to show how someone might occupy themselves at a bullshit job. Better yet, how might a creative person fill the day at a job that doesn’t allow self-expression. Having some experience with this, the design solutions were intuitive.
terça-feira, 24 de abril de 2018
Los falsos amigos
uma das armadihas da tradução. Palavras que parecem dizer o msmo em ambas as línguas. Por vezes têm de facto a mesma raiz, mas evoluíram de forma distinta. Em espanhol, então...
(E, ah, desleixos e gralhas são chatos, né? Sobretudo quando leitores; quando autores, pedimos a tolerância que não damos quando lemos. Neste à pelo menos três.)
(E, ah, desleixos e gralhas são chatos, né? Sobretudo quando leitores; quando autores, pedimos a tolerância que não damos quando lemos. Neste à pelo menos três.)
sábado, 14 de abril de 2018
Alguns exercícios de 'caça à multa'
Perdão, à gralha.
Competências & requisitos:
a) um bom dicionário dentro da cabeça
b) conhecimento seguro q.b. (quanto baste) das linhas com que se coze a língua
c) um bom dicionário fora da cabeça (ao qual se recorre com lepidez
d) atenção e gosto por estas minudênsias
e) ter reparado em dois erros nestas alínias
f) perdão, três.
Competências & requisitos:
a) um bom dicionário dentro da cabeça
b) conhecimento seguro q.b. (quanto baste) das linhas com que se coze a língua
c) um bom dicionário fora da cabeça (ao qual se recorre com lepidez
d) atenção e gosto por estas minudênsias
e) ter reparado em dois erros nestas alínias
f) perdão, três.
sexta-feira, 13 de abril de 2018
Vai dar RAIA
«Na Raia vão traficar-se edições, exposições e música
A Raia está de volta para a sua segunda edição. Com mais de 14 artistas e 50 editores, a feira de edição regressa aos Anjos, em Lisboa, no fim-de-semana de 14 a 15 de Abril. A entrada é gratuita.» Ler aqui.
quarta-feira, 11 de abril de 2018
terça-feira, 10 de abril de 2018
Escritores criam editoras para “driblar” alto custo de livros
“O que faz, inclusive autores muito consagrados, escolher pequenas editoras é que existe uma relação pessoal que as grandes editoras não dão conta. Um livro é quase um filho”, analisa Laetitia, “as grandes empresas não conseguem sentar e trabalhar cada texto”. Aqui.
segunda-feira, 9 de abril de 2018
Festival das Línguas
Conversa sobre tradução, aula aberta sobre escrita académica. Programa completo aqui.
sexta-feira, 6 de abril de 2018
Série “perguntas que os leitores fazem ou talvez tenham vontade de fazer”.
O blogue da Planeta Tangerina começou a publicar uma interessante série de questões sobre o negócio do livro. Talvez posssamos colaborar enviando para lá algumas perguntas.
«Inauguramos hoje a série “perguntas que os leitores fazem ou talvez tenham vontade de fazer”.
Objetivo: explicar algumas das decisões que tomamos enquanto editores.
(Se vos apetecer, perguntem.)
1. Neste mundo global que importância tem se um livro é impresso aqui ou no outro lado do mundo?
2. Para onde vai o dinheiro quando compramos um livro?
«Inauguramos hoje a série “perguntas que os leitores fazem ou talvez tenham vontade de fazer”.
Objetivo: explicar algumas das decisões que tomamos enquanto editores.
(Se vos apetecer, perguntem.)
1. Neste mundo global que importância tem se um livro é impresso aqui ou no outro lado do mundo?
2. Para onde vai o dinheiro quando compramos um livro?
quinta-feira, 5 de abril de 2018
Um caso de plágio que fica para a história
“João Botelho tem tomado este assunto como uma coisa divertida e insignificante. O que eles ‘concederam’ à editora foi que ela pusesse uma cinta nos exemplares do livro, com a referência à adaptação de algumas cenas, ou seja, eu é que ainda estou a fazer a promoção do filme! A contrapartida seria da parte deles darem-me os créditos nas acções e materiais sobre o filme, o que não aconteceu até hoje.
(...)
Não é aos 72 anos que eu vou lançar mão de uma querela para ser falada dos media e vender livros. Eu vivo para a escrita, não vivo da escrita. Se João Botelho, em Novembro do ano passado, em que tudo começou, tivesse tido a frontalidade de se reunir comigo ou tão só de me telefonar a pedir desculpa e a aceitar pôr os créditos da minha obra, o caso ficava de imediato encerrado, pois dar-me-ia por satisfeita.” Ler aqui.
(...)
Não é aos 72 anos que eu vou lançar mão de uma querela para ser falada dos media e vender livros. Eu vivo para a escrita, não vivo da escrita. Se João Botelho, em Novembro do ano passado, em que tudo começou, tivesse tido a frontalidade de se reunir comigo ou tão só de me telefonar a pedir desculpa e a aceitar pôr os créditos da minha obra, o caso ficava de imediato encerrado, pois dar-me-ia por satisfeita.” Ler aqui.
segunda-feira, 2 de abril de 2018
Masterclass: João Ferreira (4 abril)
Nesta quarta-feira teremos como convidado João Ferreira (Lisboa,1960), com uma vasta experiência de jornalista, editor e director de jornais. Foi director da revista Focus, do semanário Tal & Qual, do diário 24 Horas, editor-executivo no suplemento Notícias Magazine, editor de Sociedade no Correio da Manhã, chefe de redacção e jornalista. Por outras palavras: conhece todas as facetas da publicação periódica.
Tem ainda livros publicados e investigação académica, mas isso agora não interessa nada. Quem quiser, pode ver mais do seu cv aqui.
É um privilégio termos oportunidade de o ouvir e de lhe colocar questões. Sei lá, como funciona um jornal diário? Quais os maiores problemas? Como se delega? A verificação dos factos? A revisão? O que faz um editor de sociedade (ou política ou cultura ou desporto)? Como um jornalista recém-chegado se adapta às regras (inclusive ao livro de estilo, se existe) do jornal ou da revista? O que acontece quando alguém não gosta do que sai? Ou quando, sem querer, a notícia não era de facto exactamente assim?
Etc.
Tem ainda livros publicados e investigação académica, mas isso agora não interessa nada. Quem quiser, pode ver mais do seu cv aqui.
É um privilégio termos oportunidade de o ouvir e de lhe colocar questões. Sei lá, como funciona um jornal diário? Quais os maiores problemas? Como se delega? A verificação dos factos? A revisão? O que faz um editor de sociedade (ou política ou cultura ou desporto)? Como um jornalista recém-chegado se adapta às regras (inclusive ao livro de estilo, se existe) do jornal ou da revista? O que acontece quando alguém não gosta do que sai? Ou quando, sem querer, a notícia não era de facto exactamente assim?
Etc.

arço 2007-Setembro 2011: Editor executivo da revista
NS’ Notícias Sábado
(
Diário de Notícias
/
Jornal de Notícias
);Abril 2006 - Março 2007: Editor de Sociedade do diário
Correio da Manhã
;Agosto 2005 - Fevereiro 2006: Redactor principal da revista
Focus
;Março 2004 - Agosto 2005: Director da revista
Focus
;Outubro 2001 - Fevereiro 2004: Director-adjunto da revista
Focus
;Maio - Outubro 2001: Chefe de Redacção da revista
Focus
;Janeiro - Maio 2001: Editor da revista
Focus
; Novembro - Dezembro 2000: Director interino do diário
24 Horas
;Setembro - Novembro 2000: Chefe de Redacção do diário
24 Horas
;2000-2007: Professor convidado da European University (campus
Dia do Livro Infantil
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