6.1. Autor morto, autor posto
6.2. O contrato do desenhador. Ou: A raposa e o corvo.
Aqui. E aqui. E aqui (a partir de 2'58). Quando o que quem encomenda quer do fornecedor não é aquilo que este julga fornecer, antes outra coisa.
Actualmente, há muitos «contratos do desenhador», uns mais honestos, outros menos. «Fui desafiado/ a».
É uma versão diferente das editoras que aceitam publicar poemas inéditos. O poeta desconfia; querem dinheiro? Não, não queremos dinheiro. Publicaremos o seu livro
6.3. Onde/para o livro?
- O livro e o suporte.
- O livro e o seu lugar social: um prestígio estranho.
- O livro e o seu tempo: mais gente alfabetizada, mais livros publicados, menos espaço e atenção.
- Bibliodiversidade e monocultura do mesmo.
- As micro-editoras: boas mas não são profissionais - isto é, não dão dinheiro a ganhar. E qual é o dever primeiro de uma empresa?
6.4. Os novos marcadores: grandes grupos, escuteiros, marqueteiros
O scout.
O marketeer. Schindler: aqui.
O grande grupo, que transforma editoras em chancelas.
O scout.
O marketeer. Schindler: aqui.
O grande grupo, que transforma editoras em chancelas.
Professor encontrei este livro na biblioteca e achei interessante porque tem vários textos práticos:
ResponderEliminarhttp://relogiodagua.pt/produto/autores-editores-e-leitores/
E este que li de uma ponta a outra em poucas horas porque é absorvente:
http://www.dquixote.pt/pt/ensaio/lingua-literatura/abc-da-critica/