Um depoimento fb aqui, de Carolina Paiva. (https://www.youtube.com/watch?v=t91evEcL0Co)
Algumas notas do (para mim) mais misterioso dos convidados, Diogo Madredeus:
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Algumas notas do (para mim) mais misterioso dos convidados, Diogo Madredeus:
Como te tornaste editor?
«Éramos dois. Eu e o Hugo [Xavier]. E tínhamos pouco dinheiro.
«Os outros estavam interessados em literatura de alta rotação.
«80% ou mais, as traduções eram feitas a partir do francês ou do inglês.
«O primeiro livro foi uma tradução da Ana Hatherly.
«Itália: tinham publicações universitárias, boas, mas com má distribuição.
«Éramos dois. Eu e o Hugo [Xavier]. E tínhamos pouco dinheiro.
«Os outros estavam interessados em literatura de alta rotação.
«80% ou mais, as traduções eram feitas a partir do francês ou do inglês.
«O primeiro livro foi uma tradução da Ana Hatherly.
«Itália: tinham publicações universitárias, boas, mas com má distribuição.
Editámos 4 livros. João de Melo, Germano Almeida, MST…
«(Estamos a falar de um país que são 4 mil, 5 mil livros por
mês. Há mais de mil pequenas editoras em Itália.=
«Elsinore: respondi a um desafo. Para dirigir a topseller.
***
E ainda
Francisco Vale:
«Continuo a achar-me mais um editor que um autor.
«Editara 10 livros. E perguntei: são tão bons livros. por que motivo há tantas devoluções?
E ainda
Francisco Vale:
«Continuo a achar-me mais um editor que um autor.
«Editara 10 livros. E perguntei: são tão bons livros. por que motivo há tantas devoluções?
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O que lê este país de poetas? Expresso Alexandra Carita (sic)
2016
16.598 livros.
60/70% setembro-dezembro (não ficção)
30% 5 livros ano»
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