segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Como foi o ler 2018?

Um depoimento fb aqui, de Carolina Paiva.  (https://www.youtube.com/watch?v=t91evEcL0Co)

Algumas notas do (para mim) mais misterioso dos convidados, Diogo Madredeus:

Como te tornaste editor?
«Éramos dois. Eu e o Hugo [Xavier]. E tínhamos pouco dinheiro.

«Os outros estavam interessados em literatura de alta rotação.

«80% ou mais, as traduções eram feitas a partir do francês ou do inglês.

«O primeiro livro foi uma tradução da Ana Hatherly.

«Itália: tinham publicações universitárias, boas, mas com má distribuição.
Editámos 4 livros. João de Melo, Germano Almeida, MST…

«(Estamos a falar de um país que são 4 mil, 5 mil livros por mês. Há mais de mil pequenas editoras em Itália.=

«Elsinore: respondi a um desafo. Para dirigir a topseller.

***
E ainda
Francisco Vale:
«Continuo a achar-me mais um editor que um autor.

«Editara 10 livros. E perguntei: são tão bons livros. por que motivo há tantas devoluções

***

O que lê este país de poetas? Expresso Alexandra Carita (sic)

2016
16.598 livros.

60/70% setembro-dezembro (não ficção)

30%  5 livros ano»

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