por Luís Miguel Queirós, in Público 18/11/17
A Faculdade de Letras da Universidade do Porto vai receber uma bolsa da Fundação Gulbenkian para assegurar a digitalização do espólio de Manuel António Pina, anunciou a família do escritor e jornalista, que faria este sábado 74 anos.
(...)
Actualmente encaixotados em casa de familiares, os papéis deixados pelo poeta, ficcionista, cronista e dramaturgo Manuel António Pina (1943-2012), prémio Camões em 2011, vão ser digitalizados pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP) com o apoio financeiro da Fundação Gulbenkian. Um conjunto que inclui originais dos seus livros, rascunhos de poemas, correspondência, desenhos, e muitos desses caderninhos Moleskine de capa preta que trazia sempre consigo e nos quais ia apontando coisas de diversa natureza: um verso que acabara de lhe vir à cabeça, uma citação do livro que andasse a ler, uma lista de coisas a comprar no supermercado (que dificilmente deixaria de incluir comida de gato).
(...)
E para dar uma imagem visual do tipo de materiais que se encontram no espólio, cedeu ao PÚBLICO a reprodução de duas páginas de um desses famosos caderninhos em que muitos dos poemas de Manuel António Pina iam confusamente tomando forma antes de serem dados como concluídos, passados a limpo e publicados. Trata-se do rascunho bastante inicial de um poema do seu último livro, Como se Desenha Uma Casa (2011), que aqui publicamos na íntegra.
A Faculdade de Letras da Universidade do Porto vai receber uma bolsa da Fundação Gulbenkian para assegurar a digitalização do espólio de Manuel António Pina, anunciou a família do escritor e jornalista, que faria este sábado 74 anos.
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Actualmente encaixotados em casa de familiares, os papéis deixados pelo poeta, ficcionista, cronista e dramaturgo Manuel António Pina (1943-2012), prémio Camões em 2011, vão ser digitalizados pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP) com o apoio financeiro da Fundação Gulbenkian. Um conjunto que inclui originais dos seus livros, rascunhos de poemas, correspondência, desenhos, e muitos desses caderninhos Moleskine de capa preta que trazia sempre consigo e nos quais ia apontando coisas de diversa natureza: um verso que acabara de lhe vir à cabeça, uma citação do livro que andasse a ler, uma lista de coisas a comprar no supermercado (que dificilmente deixaria de incluir comida de gato).
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E para dar uma imagem visual do tipo de materiais que se encontram no espólio, cedeu ao PÚBLICO a reprodução de duas páginas de um desses famosos caderninhos em que muitos dos poemas de Manuel António Pina iam confusamente tomando forma antes de serem dados como concluídos, passados a limpo e publicados. Trata-se do rascunho bastante inicial de um poema do seu último livro, Como se Desenha Uma Casa (2011), que aqui publicamos na íntegra.

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