Grande título.
Reproduzido pelo Observador a propósito deste artigo da revista Pessoa Plural.
Resumo
Ofélia Queiroz é geralmente apontada como o único amor da vida de Fernando Pessoa. Todavia, em 1935, ano da sua morte, Pessoa escreveu em várias línguas um número invulgar de poemas de amor na primeira pessoa, incluindo versos denotando intensa paixão. Esse facto levou Ángel Crespo em 1989 a formular a hipótese de Pessoa ter morrido profundamente apaixonado por uma mulher misteriosa, sobre cuja identidade nunca conseguiu dados plausíveis. Este artigo apresenta uma hipótese de identificação do alvo dessa paixão tardia de Pessoa, partindo da análise de vários dos seus poemas de amor de 1935 e de algumas cartas, até hoje desconhecidas, trocadas no mesmo ano entre ele e Madge Anderson, uma inglesa que visitou repetidamente Portugal a partir de 1929. Madge era irmã de Eileen, que por sua vez era a cunhada de Pessoa, casada com o seu meio-irmão João Maria Nogueira Rosa (ou John).
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