quinta-feira, 21 de dezembro de 2017
Editar Sylvia Plath. E sobreviver.
"Foi em 1994, a minha namorada deixou-me e em consequência disso fui frequentar aulas de poesia. Lemos Lady Lazarus, Daddy e muitos outros poemas. Fiquei muito interessado em Plath e pedi ao meu professor mais informação; ele disse-me que não queria que eu lesse Plath. Nunca me deu uma razão, mas um dia um amigo levou-me à biblioteca e mostrou-me mais obras e quanto mais lia mais interessado eu ficava no trabalho e na vida dela. Lembro-me de muitos amigos me dizerem que isso era uma fase pela qual todos passavam. Já estou nessa fase há muito tempo, há 23 anos. Nunca pensei, é mais de metade da minha vida." - Peter K. Steinberg
Artigo de Isabel Lucas no Ipsilon de 16/12/17
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